Segundo as investigações, o incêndio ocorreu na madrugada do dia 1º de março, em um estabelecimento situado no bairro Vicente Fialho. Câmeras de segurança foram fundamentais para identificar os suspeitos, permitindo à polícia reconstruir toda a sequência da ação criminosa.
Durante depoimento, Aline e Weriston confessaram ter ateado fogo na loja. Eles afirmaram ainda que receberam a quantia de R$ 2 mil para executar o crime.
De acordo com os relatos, o pagamento teria sido feito supostamente por um policial identificado apenas como Samuel, que, segundo os suspeitos, estaria agindo a mando do ex-marido da proprietária do estabelecimento.
A dona da loja, a empresária Ellen Carvalho, teria como ex-companheiro o empresário Wellington Lima Bacelar, apontado pela dupla como o possível mandante do ataque.
Os investigados também relataram que o policial teria questionado se eles aceitariam cometer um crime ainda mais grave, sugerindo o assassinato da empresária. A proposta teria sido recusada, mas eles aceitaram incendiar o local.
O ex-marido da vítima já havia sido preso anteriormente, no dia 9 de março, por descumprir medidas protetivas concedidas à empresária. O caso segue sendo apurado pelas autoridades.
