O representante do Sindicato dos Usuários de Transporte Público do Maranhão, Paulo Henrique, fez duras críticas e cobrou providências das autoridades após a circulação de um vídeo que denuncia um caso de maus-tratos a animal envolvendo um motorista do sistema de transporte coletivo na capital maranhense.
Segundo ele, imagens compartilhadas nas redes sociais mostram um episódio em que um animal teria sido morto, gerando revolta entre a população.
Paulo Henrique afirmou que há relatos de que motoristas de outras empresas estariam pressionando a empresa responsável possivelmente identificada como RATRANS a se manifestar oficialmente sobre o ocorrido.
Durante seu posicionamento, Paulo Henrique cobrou atuação imediata de órgãos competentes, como o Ministério Público, entidades de defesa dos animais e autoridades políticas.
Ele também citou a necessidade de posicionamento por parte de lideranças públicas que atuam na defesa de causas sociais e do bem-estar animal.
“Isso não é caso de retratação, é caso de processo e prisão. Quem comete crime tem que responder na Justiça”, declarou.
O representante também destacou que, apesar da existência de muitos motoristas dignos e comprometidos, situações como essa não podem ser toleradas dentro do sistema de transporte.
Além da denúncia, Paulo Henrique aproveitou para reforçar críticas antigas ao transporte público de São Luís.
Ele apontou diversas irregularidades, como a retirada antecipada de ônibus de circulação, falhas em elevadores para pessoas com deficiência, ar-condicionados desligados e a ausência de cobradores.
Segundo ele, mais de 30 bairros estariam sendo prejudicados pela má prestação de serviço, mesmo com o pagamento de subsídios às empresas.
Paulo Henrique afirmou ainda que levará as denúncias à prefeita da capital, cobrando fiscalização mais rigorosa e mudanças no sistema.
“Ou as empresas cumprem o que foi acordado, ou que se suspenda tudo.
O sistema precisa funcionar de forma correta para a população”, concluiu.
O caso segue gerando repercussão e deve ser apurado pelas autoridades competentes.
